Após o momento de despedida de um ente querido, é comum que os familiares tenham dúvidas sobre o processo de destino do corpo. Nesse sentido, o ossuário, muito comum em contextos urbanos e em locais com limitação de espaço, desperta dúvidas sobre significado, funcionamento, prazos e diferenças em relação a outros tipos de sepultamento.
O ossuário é uma solução adotada em diferentes cemitérios para o destino adequado dos ossos humanos após a exumação, servindo como um local de descanso final.
Quer saber mais sobre o assunto?
Então, continue a leitura para entender como essa solução funciona na prática, quais são suas modalidades e quando a alternativa costuma ser indicada.
O que é um ossuário?
Um ossuário é um local destinado ao depósito e à guarda de ossos humanos, geralmente após a decomposição do corpo em sepultamentos anteriores, sendo comum em cemitérios e tradições religiosas onde há necessidade de reorganização ou conservação dos restos mortais.
Enquanto no sepultamento tradicional, o corpo é preservado inteiro e o local de descanso é mantido como espaço de visitação e memória, no ossuário, após um período de tempo, os ossos são recolhidos e transferidos para um compartimento menor, que pode ser coletivo ou individual.
Essa solução é comum em cemitérios com espaço limitado e também pode ser escolhida pelas famílias por questões práticas ou financeiras, e representa uma forma digna de destino final ao ente querido.
Qual o correto: ossuário ou ossário?
Segundo o dicionário, o uso de ambos os termos é correto, eles têm o mesmo significado e podem ser usados como sinônimos, embora instituições prefiram “ossuário” em vez de “ossário”.
Quanto tempo os ossos ficam no ossuário?
Em geral, o prazo médio de armazenamento no ossuário é de três anos, variando conforme o cemitério, as normas locais e o tipo de contrato.
Após o tempo no ossuário, a família recebe comunicação para decidir o destino dos despojos. Entre as opções mais comuns estão:
- Renovação do período no ossuário, mediante contratação;
- Transferência para um ossuário particular ou jazigo familiar;
- Destino ao ossuário coletivo, quando não há renovação ou manifestação da família.
Fato é que o ossuário contribui para a organização e sustentabilidade dos cemitérios, já que necessita de compartimentos menores, fazendo com que o espaço seja liberado para novos sepultamentos, e assim, evita a superlotação e mantém a organização dos espaços funerários.
Quanto custa guardar ossos em um ossuário?
O custo para guardar ossos em um ossuário depende de vários fatores. Veja os principais pontos que influenciam o preço:
- Tipo de ossuário: no modelo individual, os despojos ficam em um compartimento exclusivo, já o ossuário coletivo reúne os remanescentes de diferentes pessoas em um mesmo espaço, o que costuma ter custo mais acessível;
- Modelo de contrato: alguns locais são contratados por prazo determinado, exigindo renovação após alguns anos. Outros oferecem concessões por período mais longo ou até permanente, com custo um pouco maior;
- Localização do cemitério: faz com que o preço varie de acordo com a cidade, o bairro e a infraestrutura do cemitério. Dessa forma, regiões com maior demanda, estrutura mais moderna ou localização privilegiada tendem a ter custos mais elevados;
- Tipo de estrutura: podem ser subterrâneos, verticais, em nichos simples ou em espaços diferenciados;
- Serviços incluídos: pode contemplar etapas como exumação, translado interno, inclusão de uma urna, identificação com placa com QR code e manutenção do espaço;
- Recursos adicionais: alguns cemitérios oferecem diferenciais, como memorial digital, opções de personalização do espaço e visitação organizada. Esses recursos agregam valor ao serviço e podem impactar o preço final.
Sendo assim, para obter um orçamento personalizado, o ideal é conversar com um consultor para entender as opções disponíveis e escolher a alternativa mais adequada à realidade da sua família.
Como funciona o ossuário no Phoenix Memorial
O uso do ossuário em cemitérios verticais é uma solução organizada e segura, e pode ser ainda integrada com estruturas modernas como é o caso do memorial digital oferecido pelo Phoenix. É um espaço virtual onde é possível registrar fotos, mensagens e lembranças, mantendo viva a história de quem partiu com uma homenagem contínua.
No Phoenix Memorial, o processo de destinação ao ossuário ocorre com respeito, cuidado e atenção a cada detalhe. Após o período determinado para o sepultamento inicial, realiza-se a exumação de forma cuidadosa, seguindo todas as normas sanitárias e legais.
Em seguida, os ossos passam por acondicionamento adequado.
Por fim, a equipe identifica todo o material de forma individual, assegurando rastreabilidade e respeito. Depois desse processo, encaminha a urna ao ossuário integrado ao cemitério vertical do Phoenix, onde a mantém armazenada em estrutura planejada, segura e organizada.
Aqui, a memória do seu ente querido continua viva com respeito, estrutura e acolhimento.
Ossuário no Phoenix Memorial: cuidado, organização e respeito à memória
O ossuário se apresenta como uma alternativa que une organização e tranquilidade para um momento tão delicado para a família.
O Phoenix Memorial conta com o cemitério vertical, além de ossuários e cinerários planejados para acomodar os despojos de ossos ou cinzas com segurança e organização, oferecendo aos familiares, um local de dignidade para o ente querido.
Conheça as soluções do Phoenix Memorial, e garanta mais tranquilidade para a sua família.
Perguntas frequentes sobre Ossuário
Ficou alguma dúvida sobre o assunto? Confira se ela está respondida a seguir.
A quantidade de despojos varia conforme o tipo de estrutura e o contrato firmado com o cemitério. No ossuário individual, os restos mortais ficam em um compartimento exclusivo, já o ossuário coletivo reúne restos mortais de diferentes pessoas em um mesmo espaço.
Sim, após a exumação, você pode levar os despojos de outros cemitérios para o Phoenix, desde que siga os procedimentos legais e administrativos exigidos.
Em geral, após três anos, o cemitério realiza a exumação e recolhe e acondiciona os ossos de forma adequada. Em seguida, a família pode destiná-los a um ossuário individual, familiar ou coletivo, conforme as normas do cemitério.

